And the winner is…

Acompanhei a premiação do Oscar 2010 ai vivo. O grande vencedor da noite foi Guerra ao Terror. Fantástico. Foi como eu disse em alguns posts atráves sobre umas críticas d filme que fiz. Avatar não merecia essa estatueta. Filme clichê, sem conteúdo e somente com efeitos especiais e imensa bilheteria. Nada mais.

Parabéns ao Guerra ao Terror.

Veja a lista completa dos vencedores:

  • Melhor Filme: Guerra ao Terror
  • Melhor Atriz: Sandra Bullock
  • Melhor ator: Jeff Bridges por (”Coração Louco”)
  • Melhor ator coadjuvante Christoph Waltz por (”Bastardos Inglórios”)
  • Melhor atriz coadjuvante Mo’Nique por (”Preciosa”)
  • Melhor roteiro Mark Boal por (”Guerra ao Terror”)
  • Melhor Roteiro Adaptado Geoffrey Fletcher por (”Preciosa”)
  • Melhor Filme Estrangeiro ”O Segredo dos Seus Olhos” de (Argentina)
  • Melhor Animação ”Up – Altas Aventuras” de Pete Docter e Bob Peterson
  • Melhor Curta de Animação ”Logorama” de Nicolas Schmerkin
  • Melhor Documentário ”The Cove” de Louie Psihoyos and Fisher Stevens
  • Melhor Documentário Curta Metragem “Music by Prudence” de Roger Ross Williams e Elinor Burkett
  • Melhor Trilha Sonora Michael Giacchino por (“Up – Altas Aventuras”)
  • Melhor canção “The Weary Kind (Theme from Crazy Heart)”, de “Louco Amor” de Música e Letra de Ryan Bingham e T-Bone Burnett
  • Melhor Direção de Arte Rick Carter, Robert Stromberg, Kim Sinclair de (“Avatar”)
  • Melhor Fotografia: Avatar
  • Melhor Edição Bob Murawski e Chris Innis de (“Guerra ao Terror”)
  • Melhor Mixagem de Som Paul N.J. Ottosson e Ray Beckett de (“Guerra ao Terror”)
  • Melhor Edição de Som Paul N.J. Ottosson de (“Guerra ao Terror”)
  • Melhor Efeitos Visuais Joe Letteri, Stephen Rosenbaum, Richard Baneham e Andrew R. Jones de (“Avatar”)
  • Melhor Maquiagem Barney Burman, Mindy Hall e Joel Harlow de (“Star Trek”)
  • Melhor Figurino Sandy Powell de (“The Young Victoria”)
  • Melhor Curta Metragem “The New Tenants” de Joachim Back e Tivi Magnusson
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Desafio Internacional de Bicicross 2010 – Paulínia – SP

Nesse último domingo, tive a oportunidade de ir a esse evento que foi transmitido ao vivo pela Rede Globo no Esporte Espetacular. Como sou de Paulínia, tudo ficou mais fácil. Logicamente, amador que sou, fui para a área do público de lá mesmo fiz algumas fotos do evento.

Apesar do alambrado ter atrapalhado demais as fotografias, sai de lá satisfeito com o que consegui, pois é muito difícil bater fotos com um alabrado maior que você e ainda arames farpados acima desse alambrado.

Segue algumas fotos batidas no evento.

Todas as fotos, você pode ver aqui no Flickr.

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Analisando alguns filmes

Nas últimas duas semanas assisti diversos filmes que estavam na minha lista, mas não conseguia parar para assisti-los. Finalmente consegui um pouco de tempo para assistir com calma. Segue minhas resenhas de cada um dos filmes assistidos. Vai de filmes totalmente tranqueiras até os novos masterpieces de Hollywood.

A ordem das resenhas está na mesma ordem que eu assisti os filmes. Cliquem no título dos filmes para ver informações técnicas, elenco, sinopses…

Contatos de 4º Grau (Fourth Kind)

Na real? Não gostei. Tentaram fazer algo parecido com a Bruxa de Blair. Falharam. Apesar de a Bruxa de Blair ser ruim, esse filme consegue ser um pouco pior. Logo no começo a atriz Milla Jovovich aparece em cena como ela mesma (sem estar no personagem) e passa um recado do tipo assustador a quem está assistindo e diz que a decisão de acreditar ou não no filme é uma escolha pessoal. Achei isso patético. Será que estavam tentando dizer: esse filme é barra pesada? Ridículo.

As atuações foram fracas. As partes onde há exibição das supostas filmagens reais são interessantes, mas isso não melhora na qualidade do filme. Se o filme fosse tratado inteiramente como documentário, com exibição de provas dos fatos e exibidos em canais do gênero na TV, acredito que seria menos vergonhoso. O final deixa muito a desejar. Assista esse filme somente se você não tem nada muito melhor para fazer. Depois de assistir esse filme, acesse o artigo da Wikipédia sobre o filme e leia. Talvez mude seu pensamento após o filme.

Nota 4.0

Inimigos Públicos (Public Enemies)

Excelente! Adoro filmes baseado em fatos reais. Johnny Depp mais uma vez encarna o personagem perfeitamente. Christian Bale fantástico também. O filme é uma das obras-primas do ano passado e mostra que Hollywood ainda sabe fazer bons filmes sem apelar. As cenas de tiroteios são muito bem feitas e nada de malabarismos. Um dos poucos filmes de máfia que realmente vale a pena assistir.

Além do filme ser ótimo, me fez conhecer uma música espetacular. Músicas simples e grudenta, o que não deixa de ser boa: Otis Taylor – Ten Million Slaves. Escute, mas recomendo que faça isso depois de assistir o filme. A música é viciante.

Nota 9.0

Sherlock Holmes (Sherlock Holmes)

Robert Downey Jr. está cada vez mais se superando. O filme é bom, porém em algumas partes eles forçam um pouco no campo da ciência. Pode parecer estranho, mas assim que você terminar de assistir o filme, você verá que realmente eles apelam nas explicações.

As análises feitas pelo Holmes são fantásticas. Se você assiste a série House M.D, você verá o quanto o Doutor House é inspirado nesse personagem. Podemos dizer que o House é o Sherlock Homes da medicina. Vale a pena assistir. A produção é muito bem feita! A fotografia também é ótima.

Nota 8.0

Avatar (Avatar)

O filme é bom. Mas é o melhor filme de todos os tempos, como muitos falam? Definitivamente não! Eu gostei do filme, mas para mim é mais um filme. Um filme vai muito além de efeitos especiais, modelagens e exibições 3D, animações e técnicas cinematográficas. Acredito que a primeira coisa que um filme deva ter é um enredo. Se o enredo não for bom, dificilmente o filme será bom. Exceto se você impressionar o público por outros meios, que foi o que Avatar fez.

Os efeitos de Avatar são surpreendentes em todos os aspectos. Nem se parece que quase tudo foi modelado e animado digitalmente. Porém o enredo me decepcionou. Muitos clichês e uma estória fraca. Algo muito previsível e que você já deve ter visto em outros filmes.

O problema do Avatar é que ele já foi dado como super filme sem ao menos ter feito sua estréia. Ou sendo analisado pelas exibições em cinemas 3D.

Resumo de Avatar: Efeitos fantásticos, enredo normal.

Nota 7.5

Zumbilândia (Zombieland)

Comédia normal, sem forçar a barra nas piadas e faz uma paródia inteligente dos filmes sobre zumbis que foram moda nos últimos anos. Mas também não é nenhuma super comédia. Vale a pena assistir para passar o tempo e dar um pouco de risada.

A abordagem que eles usam com os zumbis e a participação de Bill Murray é excelente.

Nota: 6.0

G.I Joe – A Origem do Cobra

Eu tinha e brincava quase todos os dias com meus “hominhos” dos Comandos em Ação. Eu tinha além dos “hominhos”, a base de comando e algumas naves. Eu realmente era doido por esses brinquedos que sempre arrebentavam o polegar e não podiam mais segurar a arminha que vinha junto. Como grande fã desses hominhos, fui ver o filme.

O filme é bom e merece uma continuação por ser G.I. Joe. É ação do início ao fim. Porém, não passa de um clichê hollywoodiano. As lutas são bem forçadas e o enredo você já saca assim que começa o filme. Os efeitos especiais e a caracterização dos personagens são espetaculares. O diferencial desse filme é o suporte que eles possuem em cima de uma série já consagrada da Hasbro. Se vale a pena assistir? Vale sim. Mas já vou avisando que não e algo que vai marcar.

Nota: 6.5

Onde os Fracos Não Tem Vez (No Country for Old Man)

Atuações impecáveis. Javier Barden e Tommy Lee Jones estão fantásticos nesse filme. Não foi a to que ganharam o Oscar. O enredo é bom, mas achei um pouco lento, o que não tira muito a qualidade do filme. Não gostei muito do final. Terminei de ver o filme e me senti como se não tivesse terminado. Não gosto disso. Gosto de explicações.

A atuação do Barden como um psicopata inteligente e frio é ótima. Os diálogos dele são foda!

Esse filme vale assistir. E vale muito!

Nota: 8.0

Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds)

Que filme é esse? Esse sim entrou para minha lista de filmes favoritos. A cada cena que se passa você fica com mais vontade de ver a próxima cena. E assim que começa o filme, você vê que é um filme de Quentin Tarantino. Impagável. Mesmo que você não saiba quem é Quentin Tarantino, assista esse filme. As cenas do Coronel Alemão (Christoph Waltz ) conversando e interrogando suas vítimas são de disparar o coração de medo, pois você não sabe qual irá ser a reação desse mesmo Coronel.

Mas que o leitor fique atento. Esse filme se ambienta na Segunda Guerra Mundial, mas é uma ficção naquele ambiente. Muita gente não entende isso e acaba achando que isso é um defeito. O cinema é basicamente ficção. Tratemos então os filmes como obras ficcionais. Não espere super cenas de batalhas campais, não há. O foco desse filme é diferente. Você perceberá isso quando assistir.

A atuação Christoph Waltz, está impecável.

Nota 9.5

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Simplesmente Outstanding

Goodbyeeeeeee!

Imagem de Amostra do You Tube

Olha os caras tocando a música em São Paulo no dia 30/01/2010. São Paulo, do you feel it? Do you feel what I feel?

Imagem de Amostra do You Tube

Enjoy!

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Lançado versão final do OpenOffice 3.2.0

Foi lançado hoje a versão final e estável do OpenOffice 3.2.0 (BrOffice no Brasil). Diversas novas funcionalidades foram adicionadas e também muitos bugs foram corrigidos.

Nessa URL: http://development.openoffice.org/releases/3.2.0.html você encontra a lista de todas as novas funcionalidades adicionadas no pacote. Página está em inglês.

Para baixar o BrOffice 3.2.0 em português clique aqui.

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Eu na terra do Tio Sam. Primeira parte: PLANOS E PARTIDA

Eu fiz essa viagem já faz mais de seis meses, mas somente agora consegui organizar as ideias de forma a fazer um relato dessa fantástica viagem e tudo o que aconteceu nela. Foram quinze dias em terras norte-americanas mas houve muita coisa antes de eu desembarcar por lá. Nesse relato, tentarei passar por escrito tudo o que eu vivenciei, aprendi, experimentei e sofri por lá (e por aqui). O relato será dividido em partes para ficar mais fácil a leitura (e também a escrita). As partes serão publicadas pouco a pouco.

Antes de sair falando sobre viagem, primeiro gostaria de falar o motivo que me fez querer ir para lá. Primeiro que eu nunca havia viajado de avião e muito menos para fora do Brasil. Nem o Paraguai eu visitei. A uns dois anos atrás, eu já tinha em mente que quando eu fosse viajar, seria para os Estados Unidos e teria que ser a Costa Oeste. Não sei porque essa vontade surgiu. Acho que de tantos filmes e seriados assistidos, acabei incorporando a vontade de vivenciar aquela cultura. Se você não quiser chamar aquilo de cultura, por mim tudo bem, foi o que mais ouvi antes de ir para lá.

Com essa vontade de ir para lá, comecei a juntar dinheiro. Se você pretende viajar, não basta só a vontade, você precisa de dinheiro ou ter muita sorte para ganhar essas promoções que sorteiam viagens. Fui juntando durante um ano o dinheiro necessário para a viagem. Agora entrava outro desafio: companhia. Viajar sozinho é bom? Talvez. Mas eu não gosto. Sempre é bom viajar pelo menos em duas pessoas ou mais. O meu problema era que não tinha companhia. Convidei muita gente e as respostas quase sempre as mesmas: Não tenho dinheiro ou não gosto dos Estados Unidos. Prefiro Europa. Respostas prontas. Isso não me fez desistir. Parti para e Internet atrás de companhia para viagem. Essa busca por companhia começou em fevereiro de 2009.

Então, entrei em um fórum de viajantes que é o Mochileiros e postei um tópico na área específica de quem procura companhia para viagens. Eu havia planejado a viagem para o final de 2009 entre os meses de outubro e novembro. Postei meus planos lá no tópico (que ainda existe e você pode ver clicando aqui). Várias pessoas responderam com interesse de ir. Entre essas pessoas, o Cid e o Róbinson responderam ao meu tópico com um interesse muito grande de viajar para esse mesmo destino. O Cid estava com todos os planos e roteiros da viagem completamente traçados. Eu nem havia ainda pensado em roteiro ainda. Somente um esboço de cidades que eu gostaria de visitar pela Costa Oeste. Inclusive, esse esboço de cidades que eu gostaria de viajar, ainda existe lá no tópico. Essas cidades são: Los Angeles, San Diego, Las Vegas e Phoenix.

Começamos a trocar ideia eu, Cid e Robinson. Porém, o Cid só poderia viajar em junho/2009. O Robinson desistiu por problema nas datas. Eu havia planejado para outubro, mas pedi autorização e transferência das minhas férias no trabalho para junho de 2009. Consegui a autorização. A viagem começava a sair do papel.

Com as minhas férias aprovadas, comecei a ir atrás de passaporte em abril de 2009. Foi coisa rápida:

  1. Entrei no site da Polícia Federal e preenchi meu cadastro de solicitação de passaporte e já agendei a data para comparecer na própria delegacia da Polícia Federal em Campinas;
  2. Paguei a GRU no dia seguinte e no outro dia fui na delegacia da PF, solicitei o passaporte e fui embora feliz da vida para casa. Afinal, eu ia ter um passaporte.
  3. Em uma semana o passaporte havia chegado. Fui busca-lo na mesma delegacia da PF em Campinas.

Pronto. Com o passaporte em mãos agora era o visto americano meu próximo problema. É realmente muito chato tirar visto americano. Se você está prestes a fazer isso, se prepare porque é chato demais. Preenchi diversos formulários (onlines e no papel) em que coloquei roteiro de viagem, empregos anteriores, respondi questões loucas de terrorismo entre outras coisas que nem lembro. Paguei uma taxa no Citibank (só pode ser paga essa taxa no Citibank). Agendei para dali uns 15 dias a entrevista no consulado dos EUA em São Paulo. Na verdade essa data de agendamento era a única mais perto que estava disponível. Essa data agendada foi 05 de maio de 2009.

Nesse tempo de burocracia (solicitação de férias, passaporte e visto), o roteiro da viagem ia se aperfeiçoando nas conversas que eu ia tendo com o Cid. No final e após todas as mudanças, o roteiro ficou assim:

  • Partida em Guarulhos;
  • Las Vegas;
  • Grand Canyon;
  • Las Vegas;
  • Viagem pelo Death Valley;
  • Mammoth Lakes;
  • Yosemite National Park;
  • San Francisco;
  • Los Angeles;
  • Embarque para Guarulhos de Los Angeles;

Esse roteiro foi o que eu preenchi no formulário para tirar o Visto dos EUA. Após o roteiro definido e com os processos de solicitação de vistos, o Cid foi reservando os hotéis nas cidades do roteiro e reservou o carro que alugaríamos para viajar e trafegar por lá. O carro planejado: Dodge Caliber. Era o mais barato que eles tinham disponível, por incrível que pareça. Compramos também dois ingressos pela Internet para dois shows do Cirque de Soleil. Um era o “O” que é apresentado no Casino Bellagio e outro era o “Love” – The Beatles, que era apresentado no Casino The Mirage. Voltemos para a burocracia do visto americano.

Carro planejado:

Fui para São Paulo no consulado dos EUA. Peguei uma fila monstro e entrei em uma espécie galpão onde todo mundo aguardava para ser entrevistado no guichê. Esperei por mais de duas horas. Levei tudo quanto é tipo de documento. Eu até tinha um medo deles me negarem o visto, mas eu estava muito confiante pois eu tinha emprego com carteira assinada, declaração de imposto de renda, roteiro definido… Tudo bem planejado. Nessas duas horas que fiquei esperando vi muita gente com o visto negado e saindo de lá abatidas e chorando. Não vou dizer que todo mundo somente estava com boas intenções lá. Tinha gente boa e tinha gente ruim, como em todo lugar. Uma coisa interessante que eu notei lá é que se os entrevistadores percebem que os entrevistados estão enrolando nas respostas, eles começam a falar em inglês com os entrevistados. Aí fede tudo para quem quer o visto. Acho que essa é a última etapa para ter o visto negado.

Conheci uma senhora que estava ali esperando o visto e comecei a conversar com ela. Ela me contou que era a segunda vez que ela estava tentando tirar o visto. A filha dela mora nos EUA e ela estava tentando ir ver a neta. Como ela não tinha conseguido na primeira vez, que foi no nascimento da neta, ela estava tentando novamente. Nessa segunda tentativa de visto, ela conseguiu e provavelmente ela foi visitar a filha e a netinha.

Chegou minha vez de ser entrevistado. Cheguei no guichê e a americana começou a me perguntar (em português com sotaque bem forte) o que eu ia fazer lá nos EUA, para onde eu ia, se eu tinha casa própria, com quem eu morava, quanto eu ganhava por mês, onde eu trabalhava, qual era minha profissão e outras várias questões de respostas rápidas. Ela não pediu para ver nenhum documento que eu havia levado. Eu havia conseguido o visto. Meu passaporte ficou lá. Só fui ver meu passaporte após 2 semanas com o visto nele. Eles enviam por correios o passaporte para sua casa. Logicamente você paga o envio antes de sair de lá. Próximo passo: passagem aérea!

Agora eu precisava comprar passagens aéreas de ida e volta chegando em Las Vegas (LAS) e partindo de Los Angeles (LAX). Tentei o Submarino Viagens e o preço estava muito caro. Tentei o Decolar e o preço também estava muito caro. O Cid já havia comprado a passagem dele e da mãe dele, a dona Edite, que nos acompanharia na viagem pelo Submarino Viagens. Ele acabou comprando antes de mim porque havia conseguido um bom preço na United Airlines e também porque ele não precisava de visto por ele ter cidadania portuguesa.

Dica: Se você vai comprar passagens aéreas, a dica é compre com o máximo de antecedência que puder. Os preços são sempre mais baratos.

Eu continuei minhas buscas por passagens em conta. Estava difícil. Até que liguei para a Stella Barros em Campinas e pedi para cotarem. Eu tentei comprar passagens no mesmo voo do Cid, mas não havia mais lugares. A funcionária da Stella Barros tinha conseguido um voo para mim praticamente nos mesmos horários de partida e chegada do voo do Cid, porém eu ia pela Delta Airlines. O preço estava ótimo! Fechei a compra da passagem na Stella Barros em Campinas. Próximo passo: Guarulhos!

Viajei em um avião parecido com esse. A foto, obviamente, não é minha. Achei ela no Flickr.

Eu já tinha tudo o que precisava para a viagem. Passaporte, Visto Americano, Passagem Aérea de ida e volta e um roteiro definido. Minha partida estava marcada para 05 de junho de 2009 as 21h50 no Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU). A empolgação era demais, assim como o medo. Eu iria viajar sozinho (pelo menos no avião) e eu nunca havia viajado de avião. Pior de tudo? Uma semana antes do meu embarque o voo da Air France que saiu do Rio de Janeiro e ia até Paris havia caído no oceano Atlântico. Então eu pensei, tomara que dois raios não caia no mesmo lugar.

Chegou o dia. Era 05 de junho. Data da minha partida. Passei o dia arrumando minhas coisas, fechando o planejamento da viagem e fui para Guarulhos. Meu irmão e minha mãe me levaram até o aeroporto. Encontramos o Cid e a família dele. Fiz o check-in no balcão da Delta e fui para o meu voo. O Cid e a mãe dele foram para o voo deles na United. Embarquei e a primeira coisa que tentei descobrir foi se o avião era um AirBus (avião do voo da Air France que havia caído uma semana antes). Para minha sorte era um Boeing. Eu estava um pouquinho mais aliviado.

Sentei na minha poltrona e tentei relaxar. Avião decolou, e minha viagem finalmente tinha se iniciado. Próximo destino Atlanta! Isso mesmo Atlanta.

Eu não havia dito ainda, mas meu avião faria escala em Atlanta. Como Atlanta era a primeira cidade que eu pisaria em solo americano, então eu deveria passar pelo famoso setor da Imigração. Fiquei na fila um tempão. Eu e mais uns 100 brasileiros. Passei pelo guichê e um típico americano me entrevistou. Agora tudo em inglês. Tinha momentos que eu não sabia o que tava perguntando e então ele repetia em espanhol. Eu queria rir ali, mas não podia. Eu não podia ser deportado naquele momento. Passei pela entrevista na imigração, peguei minha bagagem e fui procurar o portão de embarque para o voo até Las Vegas.

O aeroporto de Atlanta é um dos maiores aeroportos do mundo. Tem até um mini metrô que corre lá dentro. Eu dei muitas voltas lá. Meus Deus, como eu andei naquele negócio. Eu simplesmente me perdi no Aeroporto de Atlanta! Até que achei umas escadas que me levaram a um saguão cheio de lanchonetes. Aí eu me dei conta que eu estava nos Estados Unidos definitivamente. Era Star Bucks, Burger King, KFC… Típicos americanos (que eu sempre vi em filmes) andando para todos os lados. Abri um sorrisão! Lá ia eu andando, dando risada sozinho, arrastando minha mala e olhando para todos os lados que nem um idiota. Nesse saguão havia uma placa que indicava o portão de embarque para Las Vegas. Segui a placa e finalmente cheguei ao portão de embarque!

Olha o Aeroporto de Atlanta aí. Essa foto não é minha. Achei ela no Flickr. Mas é bem isso aí:

Aguardei ali por algumas horas e vi pessoas esperando também para embarcar. Algumas esperando até que muito confortavelmente deitadas nos banco-camas. E tirando um belo cochilo.

Aguardei mais um pouquinho e embarquei para Las Vegas. Mais quatro horas de voo sobre céu norte-americano. Chegamos a Fabulous Las Vegas. Desembarquei e logo encontrei o Cid e a dona Edite, que já haviam chegado! Pegamos nossas bagagens e iniciamos a viagem que seria a melhor viagem da minha vida.

Aguarde a próxima parte: LAS VEGAS!

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Metallica foi foda!

Não tem nem muito o que falar do show do Metallica no sábado, 30/01/2010. O show foi simplesmente sensacional! Se pudesse eu iria no domingo também, onde eles adicionaram mais clássicos ao setlist.

Mais um objetivo cumprido em minha vida. No youtube já tem uma porrada de vídeos do show e no Flickr já tem muita foto. Veja e tire a conclusão por você mesmo. Estádio lotado e cantando todos os riffs. Foi demais!

Setlist dos shows:

Sábado, 30/01/2010

Creeping Death
For Whom The Bell Tolls
The Four Horsemen
Harvester Of Sorrow
Fade To Black
That Was Just Your Life
The End Of The Line
The Day That Never Comes
Sad But True
Broken, Beat and Scarred
One
Master Of Puppets
Blackened
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- – - – - – - -
Stone Cold Crazy
Motorbreath
Seek and Destroy

Domingo, 31/01/2010

Creeping Death
Ride The Lightning
Fuel
Sad But True
The Unforgiven
That Was Just Your Life
The End Of The Line
Welcome Home (Sanitarium)
Cyanide
My Apocalypse
One
Master Of Puppets
Fight Fire With Fire
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- – - – - – - -
Helpless
Hit The Lights
Seek and Destroy

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Meu setlist para o show do Metallica

Fala galera! Semana importantíssima começa e já vejo que será uma longa semana. Afinal, próximo sábado dia 30/01 tem show do Metallica no Morumbi e eu vou! A banda já está fazendo seus shows na América do Sul (tocaram no Perú e na Argentina) e dia 28 eles tocam em Porto Alegre! Depois eles vem para São Paulo!

Aproveitando esse showzaço que eu irei, montarei aqui o setlist que eu gostaria muito que eles tocassem no show! Apenas um sonho e uma brincadeira. Vamos ver quantas músicas eu vou conseguir escutar do meu setlist no show!

Baseando-se no número de músicas que eles toaram nos shows do Perú e da Argentina que são 18, farei a minha setlist com o mesmo número e separando por álbuns. Vamos lá!

Kill’em All

  • Seek and Destroy;
  • Hit the Lights

Ride the Lightning

  • For Whom of the Bell Tolls
  • Fade to Black

Master of Puppets

  • Battery
  • Master of Puppets
  • Welcome Home (Sanitarium)

And Justice for All..

  • Blackened
  • One

Black Album

  • Enter Sandman
  • The Unforgiven
  • Sad But True
  • Wherever I May Roam
  • Nothing Else Matters

Reload

  • Fuel

Garage Inc.

  • Breadfan
  • Stone Cold Crazy

Death Magnetic

  • The Judas Kiss
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eXtreme Go Horse (XGH)

Reblogando um post sensacional achado em http://gohorseprocess.wordpress.com.

Todas as vezes que eu leio esse post eu me identifico mais com os projetos que eu participo. Acredito que até daria para fazer uma eXtreme Go Horse Plus Plus (XGH++).

Parabéns ao criador!

1- Pensou, não é XGH.

XGH não pensa, faz a primeira coisa que vem à mente. Não existe segunda opção, a única opção é a mais rápida.

2- Existem 3 formas de se resolver um problema, a correta, a errada e a XGH, que é igual à errada, só que mais rápida.

XGH é mais rápido que qualquer metodologia de desenvolvimento de software que você conhece (Vide Axioma 14).

3- Quanto mais XGH você faz, mais precisará fazer.

Para cada problema resolvido usando XGH, mais uns 7 são criados. Mas todos eles serão resolvidos da forma XGH. XGH tende ao infinito.

4- XGH é totalmente reativo.

Os erros só existem quando aparecem.

5- XGH vale tudo, só não vale dar o toba.

Resolveu o problema? Compilou? Commit e era isso.

6- Commit sempre antes de update.

Se der merda, a sua parte estará sempre correta.. e seus colegas que se fodam.

7- XGH não tem prazo.

Os prazos passados pelo seu cliente são meros detalhes. Você SEMPRE conseguirá implementar TUDO no tempo necessário (nem que isso implique em acessar o BD por um script malaco).

8- Esteja preparado para pular fora quando o barco começar a afundar… ou coloque a culpa em alguém ou algo.

Pra quem usa XGH, um dia o barco afunda. Quanto mais o tempo passa, mais o sistema vira um monstro. O dia que a casa cair, é melhor seu curriculum estar cadastrado na APInfo, ou ter algo pra colocar a culpa.

9- Seja autêntico, XGH não respeita padrões.

Escreva o código como você bem entender, se resolver o problema, commit e era isso.

10- Não existe refactoring, apenas rework.

Se der merda, refaça um XGH rápido que solucione o problema. O dia que o rework implicar em reescrever a aplicação toda, pule fora, o barco irá afundar (Vide Axioma 8).

11- XGH é totalmente anárquico.

A figura de um gerente de projeto é totalmente descartável. Não tem dono, cada um faz o que quiser na hora que os problemas e requisitos vão surgindo (Vide Axioma 4).

12- Se iluda sempre com promessas de melhorias.

Colocar TODO no código como uma promessa de melhoria ajuda o desenvolvedor XGH a não sentir remorso ou culpa pela cagada que fez. É claro que o refactoring nunca será feito (Vide Axioma 10).

13- XGH é absoluto, não se prende à coisas relativas.

Prazo e custo são absolutos, qualidade é totalmente relativa. Jamais pense na qualidade e sim no menor tempo que a solução será implementada, aliás… não pense, faça!

14- XGH é atemporal.

Scrum, XP… tudo isso é modinha. O XGH não se prende às modinhas do momento, isso é coisa de viado. XGH sempre foi e sempre será usado por aqueles que desprezam a qualidade.

15- XGH nem sempre é POG.

Muitas POG’s exigem um raciocínio muito elevado, XGH não raciocina (Vide Axioma 1).

16- Não tente remar contra a maré.

Caso seus colegas de trabalho usam XGH para programar e você é um coxinha que gosta de fazer as coisas certinhas, esqueça! Pra cada Design Pattern que você usa corretamente, seus colegas gerarão 10 vezes mais código podre usando XGH.

17- O XGH não é perigoso até surgir um pouco de ordem.

Este axioma é muito complexo, mas sugere que o projeto utilizando XGH está em meio ao caos. Não tente por ordem no XGH (Vide Axioma 16), é inútil e você pode jogar um tempo precioso no lixo. Isto fará com que o projeto afunde mais rápido ainda (Vide Axioma 8). Não tente gerenciar o XGH, ele é auto suficiente (Vide Axioma 11), assim como o caos.

18- O XGH é seu brother, mas é vingativo.

Enquanto você quiser, o XGH sempre estará do seu lado. Mas cuidado, não o abandone. Se começar um sistema utilizando XGH e abandoná-lo para utilizar uma metodologia da moda, você estará fudido. O XGH não permite refactoring (vide axioma 10), e seu novo sistema cheio de frescurites entrará em colapso. E nessa hora, somente o XGH poderá salvá-lo.

19- Se tiver funcionando, não rela a mão.

Nunca altere, e muito menos questione um código funcionando. Isso é perda de tempo, mesmo porque refactoring não existe (Vide Axioma 10). Tempo é a engrenagem que move o XGH e qualidade é um detalhe desprezível.

20- Teste é para os fracos.

Se você meteu a mão num sistema XGH, é melhor saber o que está fazendo. E se você sabe o que está fazendo, vai testar pra que? Testes são desperdício de tempo, se o código compilar, é o suficiente.

21- Acostume-se ao sentimento de fracasso iminente.

O fracasso e o sucesso andam sempre de mãos dadas, e no XGH não é diferente. As pessoas costumam achar que as chances do projeto fracassar utilizando XGH são sempre maiores do que ele ser bem sucedido. Mas sucesso e fracasso são uma questão de ponto de vista. O projeto foi por água abaixo mas você aprendeu algo? Então pra você foi um sucesso!

22- O problema só é seu quando seu nome está no Doc da classe.

Nunca ponha a mão numa classe cujo autor não é você. Caso um membro da equipe morra ou fique doente por muito tempo, o barco irá afundar! Nesse caso, utilize o Axioma 8.

Fonte: http://gohorseprocess.wordpress.com/extreme-go-horse-xgh/

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Instalando o software iGO nos GPS Magellan Roadmate 1440

Essa é uma das coisas mais procuradas por quem tem um GPS dessa marca. Inclusive eu. Quando eu comprei esse GPS nos EUA e trouxe para o Brasil, eu precisava instalar o iGO com os mapas do Brasil pois além dos mapas serem somente dos EUA, o software que acompanha o aparelho é uma porcaria. Se você tem esse aprelho, já deve saber como é.

O iGO é um dos melhores software para GPS que há até o momento. Acredito que o iGO e o Destinator são os melhores, com uma leve vantagem para o iGO. Se você não sabe muito sobre o iGO, recomendo você ler isso aqui (em inglês).

Mas como funciona isso de instalar um software em um aparelho GPS?
Primeiramente é preciso entender que esses aparelhos GPS em sua maioria são apenas aparelhos com um dispositivo localizados GPS (que mantém contato com o satélite), uma tela (geralmente touchscreen) e um hardware (processador, memória, etc.) que roda o sistema operacional Microsoft Windows CE.

Assim, o aparelho nada mais é que um mini-computador que roda o WinCE. Já que o aparelho roda o WinCE, você pode instalar qualquer software feito para o WinCE no seu GPS. Por isso, muitos aparelhos rodam filmes, tocam músicas… São apenas programas que fazem isso.

Mais informações sobre o Windows CE você encontra aqui na Wikipedia.

E o iGO? O que tem haver com tudo isso?
O iGO nada mais é que um software feito para o Windows CE e que você pode instala-lo nos aparelhos GPS que rodam o WinCE.

O que pode acontecer as vezes é que as empresas “bloqueiam” o aparelho para não permitir essas instalações de terceiros. Somente software das próprias fabricantes do aparelho é permitido. Por isso você sempre escuta: como eu desbloqueio meu aparelho?

Então vamos ao Magellan.
Esse tutorial foi feito exclusivamente para o Magellan Roadmate 1440, que é o GPS que eu tenho e que sofri demais para conseguir colocar o iGO. Depois de imensas pesquisas na Internet e várias horas gastas fuçando nele, eu consegui. Estou escrevendo esse tutorial para compartilhar o conhecimento e também para não esquecer como se faz.

Faça os procedimentos abaixo por sua conta e risco!

Abaixo segue a foto do Magellan Roadmate 1440 a qual esse post se refere.

Se você quiser, você pode tentar fazer esse tutorial para os outros modelos Roadmate ou Maestros, porém eu não faço nem idéia se eles funcionam da mesma maneira que o Roadmate 1440. Acredito que antes de sair tentando, valeria gastar um tempo pesquisando sobre eles no Google.

O que você vai precisar para instalar o iGO no seu Magellan Roadmate 1440:

  • O aparelho, obviamente;
  • Cabo USB para ligar o PC no GPS
  • O cartão de memória (micro SD) de pelo menos 1 GB instalado no aparelho e vazio;
  • Conhecimentos intermediários sobre GPS, informática etc.

Pela forma que eu descobri de colocar o iGO nesse aparelho, não adianta querer usar a memória interna. Tem que ser o cartão de memória! Esse aparelho da Magellan usa os Cartões MicroSD. Certifique-se que o cartão de memória esteja vazio e que ele já esteja dentro do aparelho. Eu não sei se há modos de colocar o iGO na memória interna.

Quando você plugar o GPS no seu computador, via USB, você irá ver que será reconhecido dois “cartões” de memória. Fique atento. Um é a memória interna do GPS (haverá arquivos nela) e a outra será o cartão MicroSD e estará vazio. GPS ligado no PC e cartão de memória verificado. Vamos começar o tutorial.

Efetuando backup do software do aparelho

Como vamos mexer no GPS, começaremos com as atividades de segurança. Então, backup! Vamos efetuar o backup do software que vem junto com o seu GPS. Para isso, crie uma pasta no seu computador e copie todo o conteúdo da memória interna do aparelho para essa pasta criada.

Apesar de que nós não iremos mexer no software original, isso é uma segurança. Nunca se sabe o que pode acontecer nessas coisas.

Obtendo o iGO

Para obter o iGO e os mapas, você pode acompanhar esse fórum. Não vou dar link de download, ou explicar como fazer para obter o software. Faça isso por sua conta. Os mapas e a versão do software são atualizados constantemente e as novidades poderão ser vistas no fórum que passei.

No fórum indicado contém “muitas informações” sobre o iGO, sobres aparelhos GPS e tutoriais. Deêm uma olhada! Vale a pena.

Uma dica. Não utilizem a versão iGO Amigo. Usem o iGO normal. O iGO Amigo é uma versão “Lite” do iGO. Muito ruim.

Configurando e Instalando o iGO

Obtido o software iGO e os mapas, coloque-os em uma pasta. Certifique-se que se você obteve esses arquivos compactados, será necessário descompacta-los e aí sim copia-los para uma pasta separada.

Precisamos agora configurar um arquivo para as configurações do Magellan Roadmate 1440. Essas configurações indicam resolução de tela e porta de comunicação com o satélite.

Abra a pasta para onde você copiou o iGO e ache o arquivo sys.txt. Abra-o.

Ache a linha onde tem [gps]. Abaixo dessa linha haverá duas configurações, que são as seguintes:

port=XXXXXX
baud=XXXXXX

Obviamente os X aí em cima significa números quaisquers. Para o Magellan Roadmate 1440, essas cofigurações deverão ser as seguintes:

port=7
baud=57600

Para outros modelos de GPS e de outras marcas eu não sei os valores. Mas você pode descobrir após que o iGO estiver instalado. Em breve escreverei um post sobre como descobrir essas configurações pelo iGO. Nesse momento, vamos focar apenas no Magellan Roadmate 1440.

Após essa configuração ter sido feita, vamos ajustar a resolução de tela que o iGO deverá usar. Com o arquivo sys.txt ainda aberto, ache a linha que contém a escrita [interface]. Essa configuração, provavelmente, estará assim:

skin=”XXXXXXX”
resolution_dir=”XXXXXXXXX”
vga=X
shutdown_time=X
exit_on_restart=X
maxzoom2d=XXXXXXXXXX
minzoom2d=XXX
show_exit=X

Para o Magellan Roadmate 1440, essas configurações deverão estar assim:

skin=”ui_igo8″
resolution_dir=”480_272″
vga=0
shutdown_time=0
exit_on_restart=0
maxzoom2d=6000000
minzoom2d=150
show_exit=1

Feito isso, salve e feche o arquivo.

Agora na mesma pasta onde estava o sys.txt, ache o arquivo iGO.exe. Renomeie esse arquivo para dm.exe. Provavelmente você deve estar se perguntando o porque dessa renomeação. A explicção é simples.

O Magellan Roadmate 1440 quando é ligado vasculha a raiz do cartão de memória inserido no aparelho em busca de um arquivo dm.exe. Se ele encontra, ele automaticamente executa o arquivo. Assim, sempre que você ligar seu GPS, ele irá abrir automaticamente o iGO para você.

Finalizando

Feita essa renomeação, podemos copiar todo o conteúdo da pasta para o cartão de memória no GPS. Copie a pasta onde está o iGO para o GPS. Mas atenção! Essa copia deverá ser feita de forma com que o dm.exe fique na raz do cartão de memória do GPS. Se não houver o dm.exe na raiz do cartão, o GPS não irá executar automaticamente o iGO quando ligado.

Feita a cópia, nós terminamos. Desconecte os cabos e desligue e ligue o GPS. A tela de carregamento do iGO deverá aparecer e logo o iGO é iniciado para uso.

Ficarei devendo configurações do iGO no GPS como mudança de voz, mudança de skins, e outras opções que o iGO oferece. Sugiro a você vasculhar todo o software para aprender mexer nele.

Enjoy!

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