eXtreme Go Horse (XGH)
15/01/10
Reblogando um post sensacional achado em http://gohorseprocess.wordpress.com.
Todas as vezes que eu leio esse post eu me identifico mais com os projetos que eu participo. Acredito que até daria para fazer uma eXtreme Go Horse Plus Plus (XGH++).
Parabéns ao criador!
1- Pensou, não é XGH.
XGH não pensa, faz a primeira coisa que vem à mente. Não existe segunda opção, a única opção é a mais rápida.
2- Existem 3 formas de se resolver um problema, a correta, a errada e a XGH, que é igual à errada, só que mais rápida.
XGH é mais rápido que qualquer metodologia de desenvolvimento de software que você conhece (Vide Axioma 14).
3- Quanto mais XGH você faz, mais precisará fazer.
Para cada problema resolvido usando XGH, mais uns 7 são criados. Mas todos eles serão resolvidos da forma XGH. XGH tende ao infinito.
4- XGH é totalmente reativo.
Os erros só existem quando aparecem.
5- XGH vale tudo, só não vale dar o toba.
Resolveu o problema? Compilou? Commit e era isso.
6- Commit sempre antes de update.
Se der merda, a sua parte estará sempre correta.. e seus colegas que se fodam.
7- XGH não tem prazo.
Os prazos passados pelo seu cliente são meros detalhes. Você SEMPRE conseguirá implementar TUDO no tempo necessário (nem que isso implique em acessar o BD por um script malaco).
8- Esteja preparado para pular fora quando o barco começar a afundar… ou coloque a culpa em alguém ou algo.
Pra quem usa XGH, um dia o barco afunda. Quanto mais o tempo passa, mais o sistema vira um monstro. O dia que a casa cair, é melhor seu curriculum estar cadastrado na APInfo, ou ter algo pra colocar a culpa.
9- Seja autêntico, XGH não respeita padrões.
Escreva o código como você bem entender, se resolver o problema, commit e era isso.
10- Não existe refactoring, apenas rework.
Se der merda, refaça um XGH rápido que solucione o problema. O dia que o rework implicar em reescrever a aplicação toda, pule fora, o barco irá afundar (Vide Axioma 8).
11- XGH é totalmente anárquico.
A figura de um gerente de projeto é totalmente descartável. Não tem dono, cada um faz o que quiser na hora que os problemas e requisitos vão surgindo (Vide Axioma 4).
12- Se iluda sempre com promessas de melhorias.
Colocar TODO no código como uma promessa de melhoria ajuda o desenvolvedor XGH a não sentir remorso ou culpa pela cagada que fez. É claro que o refactoring nunca será feito (Vide Axioma 10).
13- XGH é absoluto, não se prende à coisas relativas.
Prazo e custo são absolutos, qualidade é totalmente relativa. Jamais pense na qualidade e sim no menor tempo que a solução será implementada, aliás… não pense, faça!
14- XGH é atemporal.
Scrum, XP… tudo isso é modinha. O XGH não se prende às modinhas do momento, isso é coisa de viado. XGH sempre foi e sempre será usado por aqueles que desprezam a qualidade.
15- XGH nem sempre é POG.
Muitas POG’s exigem um raciocínio muito elevado, XGH não raciocina (Vide Axioma 1).
16- Não tente remar contra a maré.
Caso seus colegas de trabalho usam XGH para programar e você é um coxinha que gosta de fazer as coisas certinhas, esqueça! Pra cada Design Pattern que você usa corretamente, seus colegas gerarão 10 vezes mais código podre usando XGH.
17- O XGH não é perigoso até surgir um pouco de ordem.
Este axioma é muito complexo, mas sugere que o projeto utilizando XGH está em meio ao caos. Não tente por ordem no XGH (Vide Axioma 16), é inútil e você pode jogar um tempo precioso no lixo. Isto fará com que o projeto afunde mais rápido ainda (Vide Axioma 8). Não tente gerenciar o XGH, ele é auto suficiente (Vide Axioma 11), assim como o caos.
18- O XGH é seu brother, mas é vingativo.
Enquanto você quiser, o XGH sempre estará do seu lado. Mas cuidado, não o abandone. Se começar um sistema utilizando XGH e abandoná-lo para utilizar uma metodologia da moda, você estará fudido. O XGH não permite refactoring (vide axioma 10), e seu novo sistema cheio de frescurites entrará em colapso. E nessa hora, somente o XGH poderá salvá-lo.
19- Se tiver funcionando, não rela a mão.
Nunca altere, e muito menos questione um código funcionando. Isso é perda de tempo, mesmo porque refactoring não existe (Vide Axioma 10). Tempo é a engrenagem que move o XGH e qualidade é um detalhe desprezível.
20- Teste é para os fracos.
Se você meteu a mão num sistema XGH, é melhor saber o que está fazendo. E se você sabe o que está fazendo, vai testar pra que? Testes são desperdício de tempo, se o código compilar, é o suficiente.
21- Acostume-se ao sentimento de fracasso iminente.
O fracasso e o sucesso andam sempre de mãos dadas, e no XGH não é diferente. As pessoas costumam achar que as chances do projeto fracassar utilizando XGH são sempre maiores do que ele ser bem sucedido. Mas sucesso e fracasso são uma questão de ponto de vista. O projeto foi por água abaixo mas você aprendeu algo? Então pra você foi um sucesso!
22- O problema só é seu quando seu nome está no Doc da classe.
Nunca ponha a mão numa classe cujo autor não é você. Caso um membro da equipe morra ou fique doente por muito tempo, o barco irá afundar! Nesse caso, utilize o Axioma 8.
Fonte: http://gohorseprocess.wordpress.com/extreme-go-horse-xgh/
Instalando o software iGO nos GPS Magellan Roadmate 1440
10/01/10
Essa é uma das coisas mais procuradas por quem tem um GPS dessa marca. Inclusive eu. Quando eu comprei esse GPS nos EUA e trouxe para o Brasil, eu precisava instalar o iGO com os mapas do Brasil pois além dos mapas serem somente dos EUA, o software que acompanha o aparelho é uma porcaria. Se você tem esse aprelho, já deve saber como é.
O iGO é um dos melhores software para GPS que há até o momento. Acredito que o iGO e o Destinator são os melhores, com uma leve vantagem para o iGO. Se você não sabe muito sobre o iGO, recomendo você ler isso aqui (em inglês).
Mas como funciona isso de instalar um software em um aparelho GPS?
Primeiramente é preciso entender que esses aparelhos GPS em sua maioria são apenas aparelhos com um dispositivo localizados GPS (que mantém contato com o satélite), uma tela (geralmente touchscreen) e um hardware (processador, memória, etc.) que roda o sistema operacional Microsoft Windows CE.
Assim, o aparelho nada mais é que um mini-computador que roda o WinCE. Já que o aparelho roda o WinCE, você pode instalar qualquer software feito para o WinCE no seu GPS. Por isso, muitos aparelhos rodam filmes, tocam músicas… São apenas programas que fazem isso.
Mais informações sobre o Windows CE você encontra aqui na Wikipedia.
E o iGO? O que tem haver com tudo isso?
O iGO nada mais é que um software feito para o Windows CE e que você pode instala-lo nos aparelhos GPS que rodam o WinCE.
O que pode acontecer as vezes é que as empresas “bloqueiam” o aparelho para não permitir essas instalações de terceiros. Somente software das próprias fabricantes do aparelho é permitido. Por isso você sempre escuta: como eu desbloqueio meu aparelho?
Então vamos ao Magellan.
Esse tutorial foi feito exclusivamente para o Magellan Roadmate 1440, que é o GPS que eu tenho e que sofri demais para conseguir colocar o iGO. Depois de imensas pesquisas na Internet e várias horas gastas fuçando nele, eu consegui. Estou escrevendo esse tutorial para compartilhar o conhecimento e também para não esquecer como se faz.
Faça os procedimentos abaixo por sua conta e risco!
Abaixo segue a foto do Magellan Roadmate 1440 a qual esse post se refere.
Se você quiser, você pode tentar fazer esse tutorial para os outros modelos Roadmate ou Maestros, porém eu não faço nem idéia se eles funcionam da mesma maneira que o Roadmate 1440. Acredito que antes de sair tentando, valeria gastar um tempo pesquisando sobre eles no Google.
O que você vai precisar para instalar o iGO no seu Magellan Roadmate 1440:
- O aparelho, obviamente;
- Cabo USB para ligar o PC no GPS
- O cartão de memória (micro SD) de pelo menos 1 GB instalado no aparelho e vazio;
- Conhecimentos intermediários sobre GPS, informática etc.
Pela forma que eu descobri de colocar o iGO nesse aparelho, não adianta querer usar a memória interna. Tem que ser o cartão de memória! Esse aparelho da Magellan usa os Cartões MicroSD. Certifique-se que o cartão de memória esteja vazio e que ele já esteja dentro do aparelho. Eu não sei se há modos de colocar o iGO na memória interna.
Quando você plugar o GPS no seu computador, via USB, você irá ver que será reconhecido dois “cartões” de memória. Fique atento. Um é a memória interna do GPS (haverá arquivos nela) e a outra será o cartão MicroSD e estará vazio. GPS ligado no PC e cartão de memória verificado. Vamos começar o tutorial.
Efetuando backup do software do aparelho
Como vamos mexer no GPS, começaremos com as atividades de segurança. Então, backup! Vamos efetuar o backup do software que vem junto com o seu GPS. Para isso, crie uma pasta no seu computador e copie todo o conteúdo da memória interna do aparelho para essa pasta criada.
Apesar de que nós não iremos mexer no software original, isso é uma segurança. Nunca se sabe o que pode acontecer nessas coisas.
Obtendo o iGO
Para obter o iGO e os mapas, você pode acompanhar esse fórum. Não vou dar link de download, ou explicar como fazer para obter o software. Faça isso por sua conta. Os mapas e a versão do software são atualizados constantemente e as novidades poderão ser vistas no fórum que passei.
No fórum indicado contém “muitas informações” sobre o iGO, sobres aparelhos GPS e tutoriais. Deêm uma olhada! Vale a pena.
Uma dica. Não utilizem a versão iGO Amigo. Usem o iGO normal. O iGO Amigo é uma versão “Lite” do iGO. Muito ruim.
Configurando e Instalando o iGO
Obtido o software iGO e os mapas, coloque-os em uma pasta. Certifique-se que se você obteve esses arquivos compactados, será necessário descompacta-los e aí sim copia-los para uma pasta separada.
Precisamos agora configurar um arquivo para as configurações do Magellan Roadmate 1440. Essas configurações indicam resolução de tela e porta de comunicação com o satélite.
Abra a pasta para onde você copiou o iGO e ache o arquivo sys.txt. Abra-o.
Ache a linha onde tem [gps]. Abaixo dessa linha haverá duas configurações, que são as seguintes:
port=XXXXXX
baud=XXXXXX
Obviamente os X aí em cima significa números quaisquers. Para o Magellan Roadmate 1440, essas cofigurações deverão ser as seguintes:
port=7
baud=57600
Para outros modelos de GPS e de outras marcas eu não sei os valores. Mas você pode descobrir após que o iGO estiver instalado. Em breve escreverei um post sobre como descobrir essas configurações pelo iGO. Nesse momento, vamos focar apenas no Magellan Roadmate 1440.
Após essa configuração ter sido feita, vamos ajustar a resolução de tela que o iGO deverá usar. Com o arquivo sys.txt ainda aberto, ache a linha que contém a escrita [interface]. Essa configuração, provavelmente, estará assim:
skin=”XXXXXXX”
resolution_dir=”XXXXXXXXX”
vga=X
shutdown_time=X
exit_on_restart=X
maxzoom2d=XXXXXXXXXX
minzoom2d=XXX
show_exit=X
Para o Magellan Roadmate 1440, essas configurações deverão estar assim:
skin=”ui_igo8″
resolution_dir=”480_272″
vga=0
shutdown_time=0
exit_on_restart=0
maxzoom2d=6000000
minzoom2d=150
show_exit=1
Feito isso, salve e feche o arquivo.
Agora na mesma pasta onde estava o sys.txt, ache o arquivo iGO.exe. Renomeie esse arquivo para dm.exe. Provavelmente você deve estar se perguntando o porque dessa renomeação. A explicção é simples.
O Magellan Roadmate 1440 quando é ligado vasculha a raiz do cartão de memória inserido no aparelho em busca de um arquivo dm.exe. Se ele encontra, ele automaticamente executa o arquivo. Assim, sempre que você ligar seu GPS, ele irá abrir automaticamente o iGO para você.
Finalizando
Feita essa renomeação, podemos copiar todo o conteúdo da pasta para o cartão de memória no GPS. Copie a pasta onde está o iGO para o GPS. Mas atenção! Essa copia deverá ser feita de forma com que o dm.exe fique na raz do cartão de memória do GPS. Se não houver o dm.exe na raiz do cartão, o GPS não irá executar automaticamente o iGO quando ligado.
Feita a cópia, nós terminamos. Desconecte os cabos e desligue e ligue o GPS. A tela de carregamento do iGO deverá aparecer e logo o iGO é iniciado para uso.
Ficarei devendo configurações do iGO no GPS como mudança de voz, mudança de skins, e outras opções que o iGO oferece. Sugiro a você vasculhar todo o software para aprender mexer nele.
Enjoy!
Macaco EMO
30/12/09

Parque Ecológico / Ecological Park – Paulínia – SP – 2009, upload feito originalmente por RicardoSEP.
Configurando fonte padrão para o Gmail
22/12/09
Eu tive esse problema esses dias e queria solucionar. O que eu queria é era uma coisa muito simples. Eu somente queria configurar uma fonte diferente da Arial quando eu fosse escrever um e-mail. Isso, por padrão. Ou sejá, eu clicaria em “Escrever e-mail” e já digitaria na fonte que eu havia pré definido. Simples, não?
O mais incrível é que o Gmail não suportava essa “feature”. Na verdade, ele não suporta até hoje. Isso somente é possível graças a um recurso do Gmail Labs. Vou explicar aqui como configurar uma fonte padrão no Gmail.
Primeiramente, precisamos ativar um recurso do Gmail Labs. Para isso, logue-se no seu Gmail e clique em “Configurações“.
Dentro de Configurações, acesse o menu “Labs“.
Dentro da opção Labs, procure pela seguinte funcionalidade: Estilo de Texto Padrão, por Jonathan K. Na figura abaixo você tem uma idéia melhor de como ela está listada no Labs. Quando achar essa funcionalidade, clique em ativar a direita.
Agora vá até o final da página e clique em Salvar Alteraçoes. Após você salvar as alterações o Gmail irá reinicializar e essa funionalidade já terá sido instalada. Agora vamos ver como configurar a fonte padrão.
Para configurar a fonte padrão vá até as “Configurações” novamente e desta vez ao invés de acessar o Labs, acesse a opção “Geral“. Logo que você acessar essa opção, você já verá a caixa de configuração de fonte na tela. Ela será igual a da imagem abaixo.
Agora basta configurar qual fonte você irá querer e a formatação e salvar a configuração. Feito isso, você terá uma nova fonte sempre que começar a escrever uma mensagem no Gmail.
Enjoy!
Jack Bauer interrogando o Papai Noel
19/12/09
Wordpress 2.9 disponível!
19/12/09
Ontem foi disponibilizado para download a nova versão do Wordpress. A versão 2.9 Codename “Carmen”.
Porém essa disponibilização está somente em inglês. A versão para português ainda não foi liberada. Se seu blog é em inglês, você pode atualizar já! Se o seu blog for em português (como o meu), teremos que esperar a tradução.
Em todo caso, é mais um avanço nesse fantástico CMS. Aqui tem o post oficial de lançamento dessa nova versão assim como o release notes, e as novas features (que estão fantásticas), além de um vídeo mostrando a nova versão!













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