Configurando fonte padrão para o Gmail
22/12/09
Eu tive esse problema esses dias e queria solucionar. O que eu queria é era uma coisa muito simples. Eu somente queria configurar uma fonte diferente da Arial quando eu fosse escrever um e-mail. Isso, por padrão. Ou sejá, eu clicaria em “Escrever e-mail” e já digitaria na fonte que eu havia pré definido. Simples, não?
O mais incrível é que o Gmail não suportava essa “feature”. Na verdade, ele não suporta até hoje. Isso somente é possível graças a um recurso do Gmail Labs. Vou explicar aqui como configurar uma fonte padrão no Gmail.
Primeiramente, precisamos ativar um recurso do Gmail Labs. Para isso, logue-se no seu Gmail e clique em “Configurações“.
Dentro de Configurações, acesse o menu “Labs“.
Dentro da opção Labs, procure pela seguinte funcionalidade: Estilo de Texto Padrão, por Jonathan K. Na figura abaixo você tem uma idéia melhor de como ela está listada no Labs. Quando achar essa funcionalidade, clique em ativar a direita.
Agora vá até o final da página e clique em Salvar Alteraçoes. Após você salvar as alterações o Gmail irá reinicializar e essa funionalidade já terá sido instalada. Agora vamos ver como configurar a fonte padrão.
Para configurar a fonte padrão vá até as “Configurações” novamente e desta vez ao invés de acessar o Labs, acesse a opção “Geral“. Logo que você acessar essa opção, você já verá a caixa de configuração de fonte na tela. Ela será igual a da imagem abaixo.
Agora basta configurar qual fonte você irá querer e a formatação e salvar a configuração. Feito isso, você terá uma nova fonte sempre que começar a escrever uma mensagem no Gmail.
Enjoy!
Google DNS não recomendado. Pelo menos por enquanto.
15/12/09
O assunto das últimas semanas: O lançamento do serviço de resolução de DNS do Google. O famoso Google Public DNS. Existem dois bons serviços de DNS alternativo e gratuitos que é o OpenDNS e o brasileiro GigaDNS. O Google veio para competir com eles e muitos outros espalhados por aí. Se você não gosta do servidor de DNS do seu provedor (Speedy, Velox, Virtua…), você pode adotar um desses servidores.
O que acontece? Tudo o que vem do Google gera aquele impacto nas comunidades web. Não foi diferente com o Google DNS. Todo mundo falando bem aqui, outro falando bem ali e pouquíssimas opinões contra. Esse meu post é contra o Google DNS. Pelo menos por enqaunto e explico o porque.
Primeiramente quero falar que realmente o serviço de resolução e roteamento do Google é muito rápido, porém, para as aplicações da própria empresa. O acesso ao buscador, ao gmail, orkut, youtube etc, são realmente ultrarápidos, mas os acessos a sites que não são deles a velocidade volta a ficar normal.
Mas o que me deixou puto da vida foi um bloqueio, proposital ou não, da API do Yahoo. O que isso significa? Quando você acessa serviços do Yahoo, seja o site, o e-mail, o flickr, etc, a conexão fica extremamente lenta. Praticamente não conecta. Acontece a mesma coisa quando você tenta se conectar em aplicações que usaram a APIdo Yahoo.
Eu sou viciado no Flickr. Um dos meus hobby é a fotografia e todas minhas fotos ficam lá! E o Google bloqueia? Mas que p%$#&& é essa? Não vou usar o Picasa porcaria nenhuma. Gosto do Flickr, pago o Flickr e vou continuar usando o flickr!
Esse problema foi um dos que eu vi ao vivo e tive que voltar ao GigaDNS para poder acessar o Flickr.
Vi pessoas relatando que ocorre a mesma coisa com alguns sites e serviços da MSN. Não posso confirmar essa informação porque eu não vi ao vivo.
Enfim, enquanto o Google DNS não arrumar esse “issue” não tem como usar esse serviço. Era só o que faltava, o Google me controlar no que eu posso acessar ou não. Vamos aguardar, quem sabe eles não melhoram. Enquanto isso ficarei com o GigaDNS e com o OpenDNS.
Dessa vez, o Google #fail.
Google desenvolve celular próprio para enfrentar Apple
15/12/09
Por Miguel Helft
Dois gigantes do mundo da tecnologia, Google e Apple, podem em breve estar envolvidos em combate direto, celular contra celular. O Google planeja lançar um smartphone próprio no começo do ano que vem, segundo funcionários da empresa, e a decisão poderia desafiar o domínio da Apple em uma das tecnologias de mais rápido crescimento e mais importantes das últimas décadas.
O novo celular Android do Google, equipado com tela de toque, foi distribuído a muitos funcionários da empresa para teste na semana passada, e pode alterar os fundamentos do mercado de celulares dos Estados Unidos, no qual a maioria dos celulares opera apenas na rede da operadora de telefonia móvel que venda o aparelho. A empresa, utilizando o poder de sua marca, planeja comercializar e vender o novo aparelho diretamente aos consumidores, via internet, e os compradores poderiam assinar com qualquer operadora, dizem funcionários do Google.
O lançamento de um celular Google, fabricado por uma empresa asiática de acordo com as especificações de hardware e software do gigante do mercado de buscas, seria uma empreitada importante e arriscada para a empresa. Até o momento, ela se limitou a desenvolver software que aciona celulares, construídos e comercializados por parceiros, e em geral evitou se envolver na venda de hardware.
A aparente mudança sublinha o fato de que os celulares estão rapidamente se tornando o maior campo de batalha tecnológico do futuro, e que os consumidores dependem cada vez mais de seus celulares para navegar na internet e realizar outras tarefas de computação. Também indica que o Google está determinado a deixar sua marca em mais um setor, como o fez anteriormente na publicidade, livros e vídeos online.
Mas os analistas afirmam não estar claro que o sucesso do Google na internet possa se estender ao projeto, marketing e distribuição de hardware. Muitas empresas tentaram transição semelhante e tropeçaram. A Microsoft tornou o Xbox um sucesso, mas quando deixou de lado seus parceiros no setor de música e lançou um player próprio, o Zune, não conseguiu ganhar terreno diante do Apple iPod.
O sucesso do celular pode depender do preço de venda que o Google escolha. A maioria dos americanos adquire celulares subsidiados pelas operadoras de telefonia móvel, que recuperam os custos iniciais assim incorridos por meio de contratos compulsórios de longa duração. Os iPhones, oferecidos ao consumidor por US$ 199, na verdade custam US$ 550 à AT&T, de acordo com analistas.
Katie Watson, porta-voz do Google, se recusou a comentar sobre os planos da empresa. Ela pediu que os repórteres lessem um post publicado sábado no blog da empresa, no qual a companhia informa que o novo aparelho é um “laboratório móvel” que permitiria aos funcionários testar novas tecnologias. Funcionários da empresa, que falaram sob a condição de que seus nomes não fossem revelados porque o celular é supostamente confidencial, disseram que o aparelho, fabricado pela HTC, de Taiwan, é mais fino que o iPhone, e oferece tela de toque um pouco maior. O modelo pode chegar ao mercado já em janeiro, afirmaram.
Os funcionários disseram que ele seria vendido desbloqueado, o que significaria que os consumidores poderiam escolher uma operadora, e que empregaria tecnologia GSM, utilizada nos Estados Unidos pela T-Mobile e AT&T, e pela maioria das operadores de telefonia móvel no resto do mundo. O modelo leva o nome Nexus One, de acordo com reportagens e com dados sobre o acesso dos aparelhos a sites de web.
O Google vinha insistindo há muito em que não tinha interesse na fabricação e venda de celulares, afirmando que preferia depender de parceiros de hardware e operadoras de telefonia móvel para comercializar ampla variedade de celulares acionados pelo Android, o seu sistema operacional gratuito. Em outubro, Andy Rubin, vice-presidente de engenharia da divisão Android, descartou a ideia de que a empresa “concorreria com seus clientes” por meio de um celular próprio, de acordo com o serviço de notícias tecnológicas Cnet.
Os analistas afirmam que a aparente mudança sinaliza o reconhecimento, pelos executivos da empresa de que o Google precisa controlar de forma mais direta o seu destino no mundo da comunicação sem fio. “Eles perceberam a telefonia móvel como a próxima grande oportunidade”, disse Jeffrey Lindsay, analista da Sanford Bernstein. “O risco de tentar promover uma estratégia própria por meio de parceiros é grave demais. Eles querem mais influência e mais controle”.
Além disso, os analistas afirmam que o iPhone, a despeito de oferecer com destaque alguns serviços do Google, causa nervosismo a este. “Eles não querem que o acesso ao Google seja controlado ou influenciado por um rival como a Apple”, disse Ben Schachter, analista do grupo de pesquisa Broadpoint AmTech.
O Google quer que mais pessoas usem celulares que facilitem o acesso à web, em parte porque confia no crescimento da publicidade vinculada a buscas, que começa a desacelerar nos computadores. Nos celulares, porém, o uso do serviço de buscas móveis do Google cresceu 30% em seis meses, este ano, disse Schachter. “É um grande crescimento, e a maioria dele provém do iPhone”, disse. “Por conta disso, a Apple ganha muita influência sobre o comportamento dos usuários”.
Até recentemente, Google e Apple eram vistos como aliados estreitos, na mira contra um inimigo comum: a Microsoft. Eric Schmidt, presidente-executivo e do conselho do Google, e Arthur Levinson, antigo presidente-executivo da Genentech, eram membros dos conselhos de ambas as empresas. Mas a ascensão dos celulares terminou por afastar os dois aliados. Mais de um ano atrás, Schmidt começou a se abster de participação nas reuniões de conselho da Apple que tratassem do iPhone.
Google e Apple concorrem em outras áreas, como a distribuição online de música e vídeo, navegadores de web e, em breve, sistemas operacionais para computadores. Mas é nos celulares que as duas empresas parecem disputar terreno com mais agressividade.
Nas últimas semanas, o Google revelou diversos serviços de ponta para celulares equipados com o Android, entre os quais um aplicativo distribuído gratuitamente que oferece instruções detalhadas sobre como chegar a um endereço. Um aplicativo comparável para o iPhone, produzido pela TomTom, custa US$ 99. “A Apple enfim encontrou um concorrente digno”, disse Ashok Kumar, analista da Northeast Securities que dois meses atrás previu que o Google desenvolveria e comercializaria um celular com sua marca. Natalie Kerris, porta-voz da Apple, se recusou a comentar sobre os planos do Google.
Os analistas dizem que o plano do Google é arriscado, especialmente porque pode alienar os parceiros da empresa no uso do Android. Eles lançaram diversos celulares equipados com esse sistema operacional nos últimos meses, entre os quais o Motorola Droid, um aparelho muito poderoso e muito elogiado pelos comentaristas. Mas o iPhone continua a superar os celulares Android em termos de vendas, e também é o celular preferencial para dezenas de milhares de programadores que criam aplicativos para telefonia móvel.
Os analistas afirmam que o Google talvez acredite que só o envolvimento direto da empresa poderia fazer do Android um concorrente forte para o iPhone, por enquanto disponível apenas pela AT&T, nos Estados Unidos. Essa exclusividade deve caducar no ano que vem, caso o acordo não seja renovado. Não se sabe se o Google formaria alianças com operadoras a fim de vender assinaturas para o celular, ou se subsidiaria os aparelhos e tentaria recuperar o dinheiro assim investido por meio dos proventos auferidos com a publicidade em redes móveis.
“Se não houver subsídio, suspeito que o impacto será pequeno”, disse Charles Golvin, analista de comunicação sem fio na Forrester Research. Golvin disse que a Nokia havia tentado vender celulares de alto preço em subsídios, nos Estados Unidos, sem grande sucesso. “Caso optem por vendê-los subsidiados, o impacto poderia ser muito, muito significativo”, disse. Os analistas também acreditam que a jogada do Google pode ter por alvo os importantes mercados internacionais, onde celulares desbloqueados e não subsidiados tendem a ser a norma.
Kumar disse que embora os planos do Google possam incomodar as operadoras, a empresa saberia como aplacá-las e continuar trabalhando com elas. “Desde que o Google ofereça uma plataforma com qual as operadoras possam lucrar, elas participarão alegremente”, afirmou. “O Google pode dividir os lucros de publicidade com as operadoras”. Muito dependerá, claro, da qualidade e dos atrativos do aparelhos. Algumas das pessoas que o viram estão elogiando muito o modelo. Uma delas afirmou no Twitter que “ele é muito sexy”.
Novo Favicon do Google
11/01/09
Você já deve ter percebido que desde o dia 09/01/2009 o favicon do Google mudou. O favicon é aquele ícone que fica no lado do endereço do site no navegador. Pois bem, o do Google mudou dia 09 e quem inspirou o desenho do novo favicon foi um brasileiro. Isso mesmo um brasileiro.
De acordo com o blog oficial do Google o estudante de Ciências da Computação da Unicamp, André Resende, mandou para o Google um favicon com a letra “g” circulada pelas cores do Google. O pessoal de design do Google modificou um pouco e coloco a letras “g” um pouco mais a esquerda e mudou a posição das cores para formar o ícone atual.
Abaixo, veja os dois ícones:
Favicon do André Resende
Favicon do Google
A nota oficial no blog do Google sobre o favicon do André segue abaixo em inglês:
André Resende, a computer science undergraduate student at the University of Campinas in Brazil, submitted the design that inspired our new favicon. His placement of a white ‘g’ on a color-blocked background was highly recognizable and attractive, while seeming to capture the essence of Google.
Link do post no blog do Google: http://googleblog.blogspot.com/2009/01/googles-new-favicon.html
Google Chrome – E agora José?
02/09/08
Fala pessoal. Eu sei que não estou postando muito ultimamente, mas é que realmente o trabalho anda me tomando muito tempo e quem acaba sacrificado é o blog. Sei que no último post eu falei que ia tentar postar mais, vou continuar tentando.
Mas voltando ao assunto do post em si, você pde estar se perguntando que raios é esse Google Chrome. Simples, é o navegador web do Google. Isso mesmo caro leitor, o Google entrou de vez no mundo dos navegadores para preocupação da Microsoft e também do Firefox.
Eu acredito que concorrência é sempre bom e por isso apoio a idéia do Google. Tem que lançar o navegador mesmo e o melhor que eles puderem fazer para estimular a Microsoft e não fazer o Firefox estagnar.
Bom, eu baixei já baixei o Chrome e instalei. Se a primeira impressão é a que fica, então já achei fantástico o navegador do Google. O broswer é totalmente limpo, rápido e visualmente agradável. A renderização do HTML tem velocidade parecida com o Firefox.
Um ponto negativo que encontrei foi o bloqueador de pop-up desativado por padrão. Aliás, procurei no navegador como habilitar o bloqueador de pop-pup e não encontrei a opção. Prefiro acreditar que eu não achei essa opção do que acreditar de que não há um bloqueador de pop-up, por mais simples que seja o bloqueador, no navegador do Google.
É isso pessoal. O navegador já está disponível na versão beta e em português tupiniquim. Quem quiser testar e brincar com o novo navegador do Google basta acessar: http://www.google.com/chrome
Vale a pena testar o Chrome. Acompanharei de perto a evolução do Chrome, porém por enquanto ainda usarei o Firefox 3, que aliás está pesadinho hein!?
Até a próxima galera!
Google atribui falha a “bug” e promete normalizar Orkut até quinta
23/07/08
O Google informou que um “bug” causou os problemas de acesso ao Orkut entre segunda e terça-feira e promete que a situação será completamente normalizada até quinta-feira. Ao tentar fazer o login para acessar as contas, alguns usuários foram redirecionados para páginas de outros usuários –a empresa não deu detalhes sobre o problema, mas nega qualquer interferência externa, como ataques virtuais.
Para verificar o problema, a empresa tirou o site do ar para manutenção. Apesar de o sistema voltar a funcionar parcialmente na madrugada de terça-feira, usuários ainda relatavam problemas durante o dia. De acordo com o Google, para preservar os dados dos usuários, os perfis afetados vão sofrer um retrocesso, perdendo informações atualizadas nos momentos próximos à falha. Os profiles vão ficar com os dados de antes da pane.
“Todos os perfis afetados pelo bug serão restabelecidos e voltarão ao normal em até 36 horas sem qualquer dano à segurança e integridade das informações”, afirma a empresa, em nota.
No Orkut, em razão da falta de explicações do Google, usuários especulam sobre as causas do problema. Entre as explicações estaria uma manobra para apagar profiles falsos, remover conteúdo com pedofilia ou “coisa da CPI”.
Recentemente, a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Pedofilia quebrou o sigilo de mais de 18 mil páginas diferentes do Orkut, entre comunidades e perfis, sob a suspeita de conterem material com pornografia infantil.
Em 2004 e em 2005, o Orkut também saiu do ar e irritou muitos usuários.
Folha Online








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