Programação, diversão e arte. Por Ricardo Giaviti
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Instalando o software iGO nos GPS Magellan Roadmate 1440
Jan 10th
Essa é uma das coisas mais procuradas por quem tem um GPS dessa marca. Inclusive eu. Quando eu comprei esse GPS nos EUA e trouxe para o Brasil, eu precisava instalar o iGO com os mapas do Brasil pois além dos mapas serem somente dos EUA, o software que acompanha o aparelho é uma porcaria. Se você tem esse aprelho, já deve saber como é.
O iGO é um dos melhores software para GPS que há até o momento. Acredito que o iGO e o Destinator são os melhores, com uma leve vantagem para o iGO. Se você não sabe muito sobre o iGO, recomendo você ler isso aqui (em inglês).
Mas como funciona isso de instalar um software em um aparelho GPS?
Primeiramente é preciso entender que esses aparelhos GPS em sua maioria são apenas aparelhos com um dispositivo localizados GPS (que mantém contato com o satélite), uma tela (geralmente touchscreen) e um hardware (processador, memória, etc.) que roda o sistema operacional Microsoft Windows CE.
Assim, o aparelho nada mais é que um mini-computador que roda o WinCE. Já que o aparelho roda o WinCE, você pode instalar qualquer software feito para o WinCE no seu GPS. Por isso, muitos aparelhos rodam filmes, tocam músicas… São apenas programas que fazem isso.
Mais informações sobre o Windows CE você encontra aqui na Wikipedia.
E o iGO? O que tem haver com tudo isso?
O iGO nada mais é que um software feito para o Windows CE e que você pode instala-lo nos aparelhos GPS que rodam o WinCE.
O que pode acontecer as vezes é que as empresas “bloqueiam” o aparelho para não permitir essas instalações de terceiros. Somente software das próprias fabricantes do aparelho é permitido. Por isso você sempre escuta: como eu desbloqueio meu aparelho?
Então vamos ao Magellan.
Esse tutorial foi feito exclusivamente para o Magellan Roadmate 1440, que é o GPS que eu tenho e que sofri demais para conseguir colocar o iGO. Depois de imensas pesquisas na Internet e várias horas gastas fuçando nele, eu consegui. Estou escrevendo esse tutorial para compartilhar o conhecimento e também para não esquecer como se faz.
Faça os procedimentos abaixo por sua conta e risco!
Abaixo segue a foto do Magellan Roadmate 1440 a qual esse post se refere.
Se você quiser, você pode tentar fazer esse tutorial para os outros modelos Roadmate ou Maestros, porém eu não faço nem idéia se eles funcionam da mesma maneira que o Roadmate 1440. Acredito que antes de sair tentando, valeria gastar um tempo pesquisando sobre eles no Google.
O que você vai precisar para instalar o iGO no seu Magellan Roadmate 1440:
- O aparelho, obviamente;
- Cabo USB para ligar o PC no GPS
- O cartão de memória (micro SD) de pelo menos 1 GB instalado no aparelho e vazio;
- Conhecimentos intermediários sobre GPS, informática etc.
Pela forma que eu descobri de colocar o iGO nesse aparelho, não adianta querer usar a memória interna. Tem que ser o cartão de memória! Esse aparelho da Magellan usa os Cartões MicroSD. Certifique-se que o cartão de memória esteja vazio e que ele já esteja dentro do aparelho. Eu não sei se há modos de colocar o iGO na memória interna.
Quando você plugar o GPS no seu computador, via USB, você irá ver que será reconhecido dois “cartões” de memória. Fique atento. Um é a memória interna do GPS (haverá arquivos nela) e a outra será o cartão MicroSD e estará vazio. GPS ligado no PC e cartão de memória verificado. Vamos começar o tutorial.
Efetuando backup do software do aparelho
Como vamos mexer no GPS, começaremos com as atividades de segurança. Então, backup! Vamos efetuar o backup do software que vem junto com o seu GPS. Para isso, crie uma pasta no seu computador e copie todo o conteúdo da memória interna do aparelho para essa pasta criada.
Apesar de que nós não iremos mexer no software original, isso é uma segurança. Nunca se sabe o que pode acontecer nessas coisas.
Obtendo o iGO
Para obter o iGO e os mapas, você pode acompanhar esse fórum. Não vou dar link de download, ou explicar como fazer para obter o software. Faça isso por sua conta. Os mapas e a versão do software são atualizados constantemente e as novidades poderão ser vistas no fórum que passei.
No fórum indicado contém “muitas informações” sobre o iGO, sobres aparelhos GPS e tutoriais. Deêm uma olhada! Vale a pena.
Uma dica. Não utilizem a versão iGO Amigo. Usem o iGO normal. O iGO Amigo é uma versão “Lite” do iGO. Muito ruim.
Configurando e Instalando o iGO
Obtido o software iGO e os mapas, coloque-os em uma pasta. Certifique-se que se você obteve esses arquivos compactados, será necessário descompacta-los e aí sim copia-los para uma pasta separada.
Precisamos agora configurar um arquivo para as configurações do Magellan Roadmate 1440. Essas configurações indicam resolução de tela e porta de comunicação com o satélite.
Abra a pasta para onde você copiou o iGO e ache o arquivo sys.txt. Abra-o.
Ache a linha onde tem [gps]. Abaixo dessa linha haverá duas configurações, que são as seguintes:
port=XXXXXX
baud=XXXXXX
Obviamente os X aí em cima significa números quaisquers. Para o Magellan Roadmate 1440, essas cofigurações deverão ser as seguintes:
port=7
baud=57600
Para outros modelos de GPS e de outras marcas eu não sei os valores. Mas você pode descobrir após que o iGO estiver instalado. Em breve escreverei um post sobre como descobrir essas configurações pelo iGO. Nesse momento, vamos focar apenas no Magellan Roadmate 1440.
Após essa configuração ter sido feita, vamos ajustar a resolução de tela que o iGO deverá usar. Com o arquivo sys.txt ainda aberto, ache a linha que contém a escrita [interface]. Essa configuração, provavelmente, estará assim:
skin=”XXXXXXX”
resolution_dir=”XXXXXXXXX”
vga=X
shutdown_time=X
exit_on_restart=X
maxzoom2d=XXXXXXXXXX
minzoom2d=XXX
show_exit=X
Para o Magellan Roadmate 1440, essas configurações deverão estar assim:
skin=”ui_igo8″
resolution_dir=”480_272″
vga=0
shutdown_time=0
exit_on_restart=0
maxzoom2d=6000000
minzoom2d=150
show_exit=1
Feito isso, salve e feche o arquivo.
Agora na mesma pasta onde estava o sys.txt, ache o arquivo iGO.exe. Renomeie esse arquivo para dm.exe. Provavelmente você deve estar se perguntando o porque dessa renomeação. A explicção é simples.
O Magellan Roadmate 1440 quando é ligado vasculha a raiz do cartão de memória inserido no aparelho em busca de um arquivo dm.exe. Se ele encontra, ele automaticamente executa o arquivo. Assim, sempre que você ligar seu GPS, ele irá abrir automaticamente o iGO para você.
Finalizando
Feita essa renomeação, podemos copiar todo o conteúdo da pasta para o cartão de memória no GPS. Copie a pasta onde está o iGO para o GPS. Mas atenção! Essa copia deverá ser feita de forma com que o dm.exe fique na raz do cartão de memória do GPS. Se não houver o dm.exe na raiz do cartão, o GPS não irá executar automaticamente o iGO quando ligado.
Feita a cópia, nós terminamos. Desconecte os cabos e desligue e ligue o GPS. A tela de carregamento do iGO deverá aparecer e logo o iGO é iniciado para uso.
Ficarei devendo configurações do iGO no GPS como mudança de voz, mudança de skins, e outras opções que o iGO oferece. Sugiro a você vasculhar todo o software para aprender mexer nele.
Enjoy!
Usando o XStream para serializar e desserializar objetos Java para XML
Mar 6th
O XStream é uma biblioteca simples e poderosa que facilita muito nossa vida quando precisamos serializar objetos Java para arquivos XML e também para fazer o processo inverso. A partir de JavaBeans podemos escrever os XML com poucas linhas de código.
Nesse artigo o uso básico e o intermediário do XStream. Veremos como serializar e desserializar objetos, o uso de aliases e list.
O ambiente que usei para criar esse artigo foi o seguinte:
- Windows XP – SP3
- JDK 6
- Eclipse 3.4 – Ganymede
- XStream 1.3.1
Para começar, precisamos baixar a biblioteca para ser usada. Acessem o site oficial do XStream (http://xstream.codehaus.org), cliquem em “Download” e baixem a última versão da versão binária (Binary Distribution).
Depois de baixado, descompacte o arquivo e você verá diversos arquivos JARs. Não precisamos de todos, porém se quiser pode adicionar todos no classpath do seu projeto ou aqueles que mais se encaixarem em suas necessidades. No site do XStream tem uma explicação sobre cada uma das dependências opcionais. Acesse: http://xstream.codehaus.org/download.html.
Depois de adicionar os JARs no classpath, estamos prontos para começar a codificar. Nosso primeiro exemplo será serializar um objeto simples (JavaBean) para XML. Vamos criar esse objeto:
package com.meupost.beans; public class Agenda { private String nomePessoa; private int idade; private String email; private String telefone; private String fax; public String getNomePessoa() { return nomePessoa; } public void setNomePessoa(String nomePessoa) { this.nomePessoa = nomePessoa; } public int getIdade() { return idade; } public void setIdade(int idade) { this.idade = idade; } public String getEmail() { return email; } public void setEmail(String email) { this.email = email; } public String getTelefone() { return telefone; } public void setTelefone(String telefone) { this.telefone = telefone; } public String getFax() { return fax; } public void setFax(String fax) { this.fax = fax; } }
Beleza! O objeto é esse. Vamos mandar ele para um XML. No nosso exemplo faço a serialização direto no void main(). Vejam:
package com.meupost.main; import com.meupost.beans.Agenda; import com.thoughtworks.xstream.XStream; public class Main { public static void main(String args[]) { Agenda a1 = new Agenda(); a1.setEmail("amigo1@email.com.br"); a1.setFax("123-4567"); a1.setIdade(55); a1.setNomePessoa("Fernando Pessoa"); a1.setTelefone("654-3210"); XStream x = new XStream(); System.out.println(x.toXML(a1)); } }
A saída será assim:
<com.meupost.beans.Agenda> <nomePessoa>Fernando Pessoa</nomePessoa> <idade>55</idade> <email>amigo1@email.com.br</email> <telefone>654-3210</telefone> <fax>123-4567</fax> </com.meupost.beans.Agenda>
Muito bom. Mas agora vamos complicar mais um pouco. Vamos criar mais um objeto chamado Endereco que vai conter onde nosso indivíduo mora. Esse objeto Endereco entrará como atributo do objeto Agenda. Vejam o exemplo abaixo de como fica e o resultado do XML.
Objeto Endereco:
package com.meupost.beans; public class Endereco { private String rua; private int numero; private String cidade; private String estado; public String getRua() { return rua; } public void setRua(String rua) { this.rua = rua; } public int getNumero() { return numero; } public void setNumero(int numero) { this.numero = numero; } public String getCidade() { return cidade; } public void setCidade(String cidade) { this.cidade = cidade; } public String getEstado() { return estado; } public void setEstado(String estado) { this.estado = estado; } }
Objeto Agenda. Reparem que adicionamos o atributo Endereco!
package com.meupost.beans; public class Agenda { private String nomePessoa; private int idade; private String email; private String telefone; private String fax; private Endereco endereco; public String getNomePessoa() { return nomePessoa; } public void setNomePessoa(String nomePessoa) { this.nomePessoa = nomePessoa; } public int getIdade() { return idade; } public void setIdade(int idade) { this.idade = idade; } public String getEmail() { return email; } public void setEmail(String email) { this.email = email; } public String getTelefone() { return telefone; } public void setTelefone(String telefone) { this.telefone = telefone; } public String getFax() { return fax; } public void setFax(String fax) { this.fax = fax; } public Endereco getEndereco() { return endereco; } public void setEndereco(Endereco endereco) { this.endereco = endereco; } }
E agora o teste e resultado:
package com.meupost.main; import com.meupost.beans.Agenda; import com.meupost.beans.Endereco; import com.thoughtworks.xstream.XStream; public class Main { public static void main(String args[]) { Agenda a1 = new Agenda(); a1.setEmail("amigo1@email.com.br"); a1.setFax("123-4567"); a1.setIdade(55); a1.setNomePessoa("Fernando Pessoa"); a1.setTelefone("654-3210"); Endereco end = new Endereco(); end.setRua("Rua Saldanha Marinho"); end.setNumero(1234); end.setCidade("São José do Rio Preto"); end.setEstado("São Paulo"); a1.setEndereco(end); XStream x = new XStream(); System.out.println(x.toXML(a1)); } }
Ótimo. E por fim o XML gerado:
<com.meupost.beans.Agenda> <nomePessoa>Fernando Pessoa</nomePessoa> <idade>55</idade> <email>amigo1@email.com.br</email> <telefone>654-3210</telefone> <fax>123-4567</fax> <endereco> <rua>Rua Saldanha Marinho</rua> <numero>1234</numero> <cidade>São José do Rio Preto</cidade> <estado>São Paulo</estado> </endereco> </com.meupost.beans.Agenda>
Viram que dentro do nó endereco temos os atributos que definimos no nosso objeto? Pois bem, é assim que você pode relacionar os JavaBeans.
Vocês já devem ter percebido que o nome do nó raiz ta o mesmo nome do pacote. Isso com certeza é um incoveniente muito grande quando colocamos nosso sistema em produção. Para arrumarmos isso, podemos usar os Aliases que o XStream oferece. Basta uma linha de código. Vamos mudar nosso método void main() adicionando o alias e vamos gerar o XML novamente. Vejam:
package com.meupost.main; import com.meupost.beans.Agenda; import com.meupost.beans.Endereco; import com.thoughtworks.xstream.XStream; public class Main { public static void main(String args[]) { Agenda a1 = new Agenda(); a1.setEmail("amigo1@email.com.br"); a1.setFax("123-4567"); a1.setIdade(55); a1.setNomePessoa("Fernando Pessoa"); a1.setTelefone("654-3210"); Endereco end = new Endereco(); end.setRua("Rua Saldanha Marinho"); end.setNumero(1234); end.setCidade("São José do Rio Preto"); end.setEstado("São Paulo"); a1.setEndereco(end); XStream x = new XStream(); //Adicionei nova linha aqui! x.alias("agenda", Agenda.class); System.out.println(x.toXML(a1)); } }
E o resultado:
<agenda> <nomePessoa>Fernando Pessoa</nomePessoa> <idade>55</idade> <email>amigo1@email.com.br</email> <telefone>654-3210</telefone> <fax>123-4567</fax> <endereco> <rua>Rua Saldanha Marinho</rua> <numero>1234</numero> <cidade>São José do Rio Preto</cidade> <estado>São Paulo</estado> </endereco> </agenda>
Agora, vamos fazer o processo inverso. Ao invés de escrevermos o XML, vamos ler e criar os objeto a partir do XML. Para facilitar, vamos usar nossos objetos já criados (Agenda e Endereco). Abaixo há um exemplo onde crio um objeto String com o XML a ser lido, passo a String ao XStream e o próprio se encarrega de criar nossos objetos JavaBean de volta sem esforço nenhum.
package com.meupost.main; import com.meupost.beans.Agenda; import com.meupost.beans.Endereco; import com.thoughtworks.xstream.XStream; public class Main { public static void main(String args[]) { String xml; xml = "<agenda>" + "<nomePessoa>Angelina Jolie</nomePessoa>" + "<idade>35</idade>" + "<email>angelina@jolie.com</email>" + "<telefone>1742-5236</telefone>" + "<fax>6541-222</fax>" + "<endereco>" + ="<rua>Rubião Júnior</rua>" + "<numero>2104</numero>" + "<cidade>São José do Rio Preto</cidade>" + "<estado>São Paulo</estado>" + "</endereco>" + "</agenda>"; XStream x = new XStream(); x.alias("agenda", Agenda.class); Agenda a = (Agenda) x.fromXML(xml); System.out.println(a.getNomePessoa()); } }
Vejam que no exemplo acima eu precisei indicar qual a classe que o nó raiz “agenda” fazia parte. Depois foi só passar o XML para o XStream e fazer o Cast para obter o objeto. Por fim exibimos em console o nome da Angelina!
Agora mais um problema tanto para leitura quanto para escrita do XML. E quando temos várias informações dentro de um nó? Por exemplo, temos um XML precido com esse abaixo:
<agenda> <pessoas> <pessoa> <nomePessoa>Fernando Pessoa</nomePessoa> <idade>55</idade> <email>amigo1@email.com.br</email> <telefone>124-6984</telefone> <fax>654-3210</fax> <endereco> <rua>Rua Saldanha Marinho</rua> <numero>5110</numero> <cidade>São José do Rio Preto</cidade> <estado>São Paulo</estado> </endereco> </pessoa> <pessoa> <nomePessoa>felipao@email.com.br</nomePessoa> <idade>60</idade> <email>amigo1@email.com.br</email> <telefone>2310-1110</telefone> <fax>211-4100</fax> <endereco> <rua>Rua Francisco Glicério</rua> <numero>210</numero> <cidade>Campinas</cidade> <estado>São Paulo</estado> </endereco> </pessoa> <pessoa> <nomePessoa>Raul Seixas</nomePessoa> <idade>78</idade> <email>raulzito@email.com.br</email> <telefone>222-2222</telefone> <fax>111-1111</fax> <endereco> <rua>Rua Mar Vermelho</rua> <numero>450</numero> <cidade>Babilônia</cidade> <estado>São Paulo</estado> </endereco> </pessoa> </pessoas> </agenda>
Temos vários nós pessoa. Como se fosse uma lista de pessoas. E para tratarmos isso com o XStream? Temo como? Sim, lógico que tem. Primeiramente vamos criar o objeto (JavaBean) Pessoa contendo os mesmos atributos que havia no objeto Agenda, pois agora o objeto Agenda vai conter somente um atributo que é a lista de pessoas. Veja como fica o objeto Agenda e o objeto Pessoa:
Agenda:
package com.meupost.beans; import java.util.ArrayList; import java.util.List; public class Agenda { private List<Pessoa> pessoas = new ArrayList<Pessoa>(); public void add(Pessoa pessoa) { this.pessoas.add(pessoa); } public List<Pessoa> getContent() { return this.pessoas; } }
Pessoa:
package com.meupost.beans; public class Pessoa { private String nomePessoa; private int idade; private String email; private String telefone; private String fax; private Endereco endereco; public String getNomePessoa() { return nomePessoa; } public void setNomePessoa(String nomePessoa) { this.nomePessoa = nomePessoa; } public int getIdade() { return idade; } public void setIdade(int idade) { this.idade = idade; } public String getEmail() { return email; } public void setEmail(String email) { this.email = email; } public String getTelefone() { return telefone; } public void setTelefone(String telefone) { this.telefone = telefone; } public String getFax() { return fax; } public void setFax(String fax) { this.fax = fax; } public Endereco getEndereco() { return endereco; } public void setEndereco(Endereco endereco) { this.endereco = endereco; } }
Viram a diferença? Agora o objeto agenda possui uma List onde podemos ir adicionando o objeto Pessoa. O XStream ficará responsável de ler essa List e colocar no XML. Abaixo veja o exemplo de preenchimento dos objetos e o resultado depois que o XStream transforma para XML:
package com.meupost.main; import com.meupost.beans.Agenda; import com.meupost.beans.Endereco; import com.meupost.beans.Pessoa; import com.thoughtworks.xstream.XStream; public class Main { public static void main(String args[]) { Agenda a1 = new Agenda(); Pessoa p1 = new Pessoa(); p1.setEmail("amigo1@email.com.br"); p1.setFax("654-3210"); p1.setIdade(55); p1.setNomePessoa("Fernando Pesso"); p1.setTelefone("124-6984"); Endereco e1 = new Endereco(); e1.setRua("Rua Saldanha Marinho"); e1.setCidade("São José do Rio Preto"); e1.setNumero(5110); e1.setEstado("São Paulo"); p1.setEndereco(e1); Pessoa p2 = new Pessoa(); p2.setEmail("amigo1@email.com.br"); p2.setFax("211-4100"); p2.setIdade(60); p2.setNomePessoa("felipao@email.com.br"); p2.setTelefone("2310-1110"); Endereco e2 = new Endereco(); e2.setRua("Rua Francisco Glicério"); e2.setCidade("Campinas"); e2.setNumero(210); e2.setEstado("São Paulo"); p2.setEndereco(e2); Pessoa p3 = new Pessoa(); p3.setEmail("raulzito@email.com.br"); p3.setFax("111-1111"); p3.setIdade(78); p3.setNomePessoa("Raul Seixas"); p3.setTelefone("222-2222"); Endereco e3 = new Endereco(); e3.setRua("Rua Mar Vermelho"); e3.setCidade("Babilônia"); e3.setNumero(450); e3.setEstado("São Paulo"); p3.setEndereco(e3); a1.add(p1); a1.add(p2); a1.add(p3); XStream x = new XStream(); x.alias("agenda", Agenda.class); x.alias("pessoa", Pessoa.class); String xml = x.toXML(a1); System.out.println(xml); } }
E a nossa saída em XML:
<agenda> <pessoas> <pessoa> <nomePessoa>Fernando Pesso</nomePessoa> <idade>55</idade> <email>amigo1@email.com.br</email> <telefone>124-6984</telefone> <fax>654-3210</fax> <endereco> <rua>Rua Saldanha Marinho</rua> <numero>5110</numero> <cidade>São José do Rio Preto</cidade> <estado>São Paulo</estado> </endereco> </pessoa> <pessoa> <nomePessoa>felipao@email.com.br</nomePessoa> <idade>60</idade> <email>amigo1@email.com.br</email> <telefone>2310-1110</telefone> <fax>211-4100</fax> <endereco> <rua>Rua Francisco Glicério</rua> <numero>210</numero> <cidade>Campinas</cidade> <estado>São Paulo</estado> </endereco> </pessoa> <pessoa> <nomePessoa>Raul Seixas</nomePessoa> <idade>78</idade> <email>raulzito@email.com.br</email> <telefone>222-2222</telefone> <fax>111-1111</fax> <endereco> <rua>Rua Mar Vermelho</rua> <numero>450</numero> <cidade>Babilônia</cidade> <estado>São Paulo</estado> </endereco> </pessoa> </pessoas> </agenda>
Bem, estamos chegando quase no fim do artigo. Mostrei como usar o XStream para escrever XML e como ler. Ainda há muito o que aprender sobre o XStream como os aliases de campo (aliasField) e atributos. Mas esse artigo não irá se aprofundar tanto. Espero que com o que foi mostrado e ensinado aqui seja o suficiente para um início. Há um pouco de material de estudo no site do XStream, mas também é básico. O melhor mesmo é ir no Google ou mexer no JavaDoc do XStream (http://xstream.codehaus.org/javadoc/index.html).
Para praticar você pode usar diversas APIs disponíveis como o do YouTube, Mercado Livre, Yahoo… Esses XMLs são mais complexos e são ótimos para estudo.
Até a próxima!
Roteando o modem D-Link 500B para o Speedy – Telefônica
Jul 9th
A roteamento de modems é uma das dúvidas mais freqüentes que os usuários tem quando se trata de internet banda larga, principalmente do tipo ADSL.
Roteando o modem, o próprio aparelho irá fazer a conexão e autenticação com o internet, sem necessidade da ação do usuário. Não será mais necessário por exemplo, ter que fazer uma “discagem dial-up” para se conectar com a internet.
Dessa forma se você quiser compartilhar a sua conexão com a internet, basta você rotear o modem, ligar um hub/switch no modem e os computadores no switch. O compartilhamento com a internet terá sido feita.
Esse tutorial se foca principalmente nos clientes Speedy (telefônica) que possuem o modem D-Link 500B! Por isso clientes de outros serviços podem estranhar algumas coisas. Mas o processo de roteamento é o mesmo.
Nós não nos responsabilizamos por qualquer configuração errada feita por você. Siga o tutorial por sua conta e risco. Se você acha muito complexo a execução desse tutorial, chame um amigo ou técnico que tenha mais experiência.
Muito bem. Vamos ao tutorial.
Presumindo que seu modem já esteja conectado no seu computador e na linha telefônica, ligue o modem normalmente.
Vamos entrar nas configurações do modem, para isso abra seu navegador e acesse o seguinte endereço: http://10.1.1.1. Irá aparecer uma tela para se fazer login, igual a tela abaixo. Digite a senha e o usuário:
- Usuário: admin (padrão da fábrica)
- Senha: admin (padrão da fábrica)
Feito o login com sucesso, você irá cair na tela principal do roteador. Haverá um menu a esquerda e algumas informações sobre sua conexão na parte principal. A figura abaixo mostra a tela principal do roteador após o login.
No menu a esquerda clique em Advanced Setup > WAN.
Irá abrir um tela com algumas conexões pré-definidas. Temos que remover essas conexões pois elas não nos servem para nada. Marque as opções na coluna “Remove” dessas conexões e clique no botão Remover. Elas serão removidas e a tela ficará sem nenhuma conexão.
Vamos adicionar agora a conexão com o Speedy. Na mesma tela que você removeu as conexões anteriores, clique no botão “Add”. Preencha os campos da seguinte maneira:
- VPI: 8
- VCI: 35
- Service Category: UBR Without PCR
- Enable Quality of Service: “Desmarcado”
Clique em Next para continuarmos.
Em Connection Type, escolha a opção PPP over Ethernet (PPPoE). Esse é o tipo de conexão mais comum no Speedy. Em Encapsulation Mode, selecione a opção LLC/SNAP-BRIDGING.
Clique em Next e vamos indo!
Agora vem as configuração de autenticação e algumas configurações adicionais. Preencha os campos dessa tela da seguinte forma:
- PPP Username: Seu nome de usuário de acesso a internet. Padrão Telefônica: internet@speedy.com.br.
- PPP Password: Senha de acesso a internet. Padrão Telefônica: internet
- PPPoE Service Name: speedy
- Authetication Method: AUTO
- Dial on demand (with idle timeout timer): Desmarcado
- PPP IP extension: Desmarcado
- Use Static IP addess: Desmarcado
- Retry PPP password on authetication error: Opcional
- Enable PPP Debug Mode: Desmarcado
- Bridge PPPoE Frames Between WAN and Local Ports: Marcado
Beleza! Clique em Next!
Nessa tela mais algumas configurações. Vamos a elas:
- Enable NAT: Marcado
- Enable Firewall: Marcado
- Enable: IGMP Multicast: Desmarcado
- Enable WAN Service: Marcado
- Service Name: Um nome qualquer para identificar essa conexão.
Next mais uma vez. Estamos quase no final!
Nessa tela apenas clique no botão Save para salvar as configurações feitas. Você será levado a tela com as configurações WAN e você verá a configuração que acabamos de fazer.
Clique agora em Save/Reboot para reiniciar o modem. Aguarde ele inciar (leva de 2 a 3 minutos) e acesse novamente ele através do endereço http://10.1.1.1. Vamos verificar se a conexão que criamos está funcionando.
No menu esquerdo vá em Device Info > WAN. Você irá ver a tabela da conexão que criamos. Olhe na coluna Status. Se estiver UP, está tudo beleza e a conexão com a internet está beleza.
Para testar abra o navegador e tente acessar um site. Não é necessário mais fazer nenhuma discagem para se conectar a internet. Basta o modem estar ligar que ele automaticamente já se conecta a internet.
Se a coluna Status não estiver UP, algum problema ocorreu. Tente refazer o tutorial.
Para resetar o modem com as configurações de fábrica segura pressionado por uns 15 segundos o botão reset (bem pequeno) atrás do modem com um clips esticado ou a ponta de uma caneta. Aí você pode tentar de novo ou voltar como era antes.
Há mais configurações que podemos fazer para “tunarmos” o modem. Configurações de DNS, NAT, DMZ, DHCP etc. Mas esses assuntos ficarão para um próximo post.
Se quiser mais materiais e informações sobre roteamento de modems, inclusive com outras marcas e modelos, acesse o Abusar.org. Apesar das informações serem um pouco bagunçadas por lá, tem muita coisa interessante.
Um abraço e até a próxima!














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